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<h1>A grama do vizinho é mais verde? 4 curiosidades sobre jardinagem nos EUA</h1> 5 de dezembro de 2023

A grama do vizinho é mais verde? 4 curiosidades sobre jardinagem nos EUA

Quer identificar um imigrante recém-chegado aos Estados Unidos? É só prestar atenção em quem para na rua para observar o serviço de jardinagem, que transforma cada parte da frente dos terrenos em verdadeiras obras de arte. Mesmo quem não mora nos EUA já deve ter percebido, por meio dos filmes e de documentários, que a cultura de jardinagem é muito forte no país. Quem deixa a grama crescer de forma descuidada pode até ganhar um puxão de orelha da comunidade, inclusive. Preparei este post para que você conheça algumas curiosidades relacionadas à jardinagem, delimitação de terrenos próprios e outros fatos interessantes sobre o modo com que nativos e imigrantes lidam com seus jardins. Bora lá! 1. Quais são as principais práticas de jardinagem nos EUA? Os EUA são um dos países que mais gostam de jardinagem no mundo. Enquanto algumas pessoas pagam profissionais (ou fazem o serviço por conta própria) só para ter uma grama impecável e causar aquela invejinha, outros cultivam um jardim impecável para gerar comida, como verduras e legumes. Uma das práticas que nunca saem de moda é utilizar uma combinação de cortador, aparador e aspirador para impedir que o mato (e a jardinagem) vire uma bagunça só. Além disso, os jardineiros dos EUA têm algumas técnicas próprias. Vamos conhecê-las: organic gardening, ou jardinagem orgânica. Nesse modelo, você cultiva suas plantas sem fertilizantes sintéticos ou pesticidas; companion planting, algo como "plantio de companheiro". Nesse caso, você investe em plantas que estimulam o crescimento uma das outras. Exemplo: manjericão, tomate e salsa, bem juntos; conventional gardening, ou jardinagem convencional. Alguns jardineiros fazem uso de fertilizantes químicos, pesticidas e herbicidas em vários graus. A quantidade depende de cada um; aquaponics, um método de jardinagem em um local líquido, onde vivem peixes. Esse tipo de jardinagem utiliza fertilizantes vivos que também podem ser cultivados; vertical gardening, jardinagem vertical. Nesse caso, o crescimento das plantas é para cima, o que é ótimo para quem não tem um jardim muito grande. 2. Como é feita a delimitação dos terrenos? Bom, se você tem os documentos que provam que é dono (ou o ocupante legal, no caso de aluguéis), você tem diferentes formas de delimitar o terreno e impedir, ao menos na teoria, de que o cachorro do vizinho venha deixar presentes indesejados no seu jardim. E quando rola uma treta e um proprietário é acusado de invadir o espaço do imóvel do outro? Se você e seu vizinho discordam sobre a localização dos limites de sua propriedade, a solução mais rápida é contratar um profissional conhecido como surveyor (topógrafo) para fornecer uma resposta definitiva. É possível pesquisar esse serviço na internet e garantir que o profissional é certificado. Mas isso só é necessário naqueles cenários em que a treta parece não ter fim. Antes de desembolsar o dinheiro para essa delimitação, existem algumas maneiras de encontrar os limites de sua propriedade gratuitamente. Os limites de sua propriedade são registrados em alguns locais diferentes, inclusive na descrição legal do lote, que deve estar na escritura de sua propriedade, e em um plat map, um diagrama da propriedade, que geralmente é disponibilizado no escritório de planejamento (planning office) do seu município. A maioria das cidades tem um site oficial para o Departamento de Planejamento e Desenvolvimento. Um exemplo é o da Philadelphia. Caso esteja nessa situação, essa reportagem do U.S. News será bem útil. 3. Por que poucas casas nos EUA têm muros? A experiência de se mudar do Brasil para os Estados Unidos pode trazer muitos choques culturais, uma delas é a notável diferença na configuração das residências. Nos EUA, especialmente nos subúrbios, é comum encontrar casas sem muros, construídas próximas umas das outras. É importante destacar que, nos Estados Unidos, o termo "subúrbio" não se refere a áreas periféricas com menor qualidade de vida, como pode ser o caso em outros países. Pelo contrário: os subúrbios americanos são frequentemente áreas residenciais prósperas, situadas nos arredores de grandes cidades, nas quais moram famílias de classe média e alta, sendo caracterizadas por altos índices de qualidade de vida e segurança. Logo, a resposta é simples: as casas não têm muros, principalmente nos subúrbios, porque os índices de criminalidade não são altos como no Brasil. Além disso, há patrulha frequente por parte de policiais — e a resposta é rápida, no caso de uma convocação. Outro motivo que explica a ausência de muros é um conjunto de exigências paisagísticas em certas cidades, que determina como cada morador pode fazer obras e modificar a "identidade visual" da rua. Por fim, a resposta também tem a ver com o estilo de arquitetura preferido dos americanos, que preferem ter o jardim à frente da casa — e esfregar, na cara das invejosas, uma jardinagem de alto nível! 4. Quais são os nomes das ferramentas de jardinagem e suas funções? Agora, vou te apresentar as principais ferramentas de jardinagem e suas funções específicas. Trimmer (aparador) O trimmer é aquele aparador que parece uma enceradeira. O modelo string (de corda) é o mais utilizado para dar ao seu gramado uma aparência bem-cuidada e polida. A corda gira a uma velocidade muito alta, o que dá aquela sensação de estar aparando com uma faca. Já os hedge trimmers (algo como "corta-sebes") são utilizados para dar uma forma mais definida ao gramado. Os dois modelos são alimentados por gás ou eletricidade. Os primeiros são mais fáceis de usar porque não têm fios. A desvantagem é que você pode respirar gases através da fumaça, e é por isso que um aparador elétrico é a melhor alternativa, principalmente para quem tem problemas de saúde. Mower (cortador) Os cortadores são usados para manter a altura correta da grama no gramado e, ao mesmo tempo, mantê-la saudável e bem distribuída no terreno. Existem dois tipos de cortadores: push mowers (quando você empurra) e riding mowers (quando você monta no negócio). Além disso, podem ser movidos a gasolina ou a eletricidade. Ambos os tipos possuem lâminas na parte inferior que giram quando empurradas ou movimentadas. Os push mowers são a melhor escolha se você quer trabalhar manualmente e optar por algo mais sustentável. Donos de jardins com gramados menores optam por push mowers, enquanto quem tem um terreno maior para trabalhar costuma optar pelo modelo riding, pela praticidade e conveniência. Blower (aspirador) O blower de grama funciona de modo bem similar aos aspiradores de pó, sugando a grama depois que o trabalho mais pesado (de cortar e aparar) foi feito. Também é possível encontrar opções que funcionam à base de eletricidade ou combustível. Só tome cuidado para não sugar as pedras do jardim! Além disso, não podemos nos esquecer dos equipamentos clássicos, que costumam ser esquecidos nessas listas só porque eles não são grandões como os já citados: gloves (luvas); spade (pá); pruning shears ou loppers (alicates); hoes (enxadas); garden hose (mangueira); watering can (regador). Como você viu no artigo, a jardinagem é amada tanto pelos americanos nativos como pelos imigrantes. Todo mundo adora exibir o seu jardim bem-cuidado, e não falta trabalho para profissionais qualificados — e também para adolescentes de férias da faculdade que estejam dispostos a cortar a grama e ganhar alguns dólares. Agora que você conhece as técnicas e os equipamentos, já pode começar na jardinagem também! Inclusive, manter um jardim bonito ajudará em outros objetivos, como vender roupas e objetos usados. Sim! Já organizou ou participou de uma garage sale? Curtiu o artigo? Saiba que, além do blog, sempre tem conteúdo do Monkey nas redes sociais. Me siga no Instagram, no Facebook e no LinkedIn!
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<h1>Broadway: tudo sobre esse lugar mágico dos EUA!</h1> 1 de dezembro de 2023

Broadway: tudo sobre esse lugar mágico dos EUA!

Quando se fala em lugar mágico, não tem outra: é Broadway! Esse é um espaço no qual os sonhos se tornam realidade. Lá, descobrimos que algumas bruxas más são, na verdade, boas. Que a revolução pode começar a partir de qualquer lugar. Que teatros podem esconder segredos (e pessoas… ou fantasmas). E muito mais! Então, que tal dar uma passadinha por lá e conhecer as incríveis histórias que estão com temporadas abertas no maior distrito teatral do mundo? Se esse é o seu objetivo, você não pode deixar de conferir o meu guia sobre a Broadway! Nele, não vou só te contar detalhes sobre algumas das peças e musicais mais famosos da região, mas também sobre os teatros e, claro, vou trazer também algumas dicas pra você economizar enquanto se diverte. Acompanhe o seu melhor amigo nos EUA nessa magia! História da Broadway Não sei se você já me conhece, mas lá vai uma informação sobre mim: eu adoro uma boa história! Por isso, não poderia começar esse bate-papo sem antes falar um pouquinho sobre como a Broadway surgiu e o porquê de ela ser tão relevante hoje em dia. Então, vamos por partes. Broadway é o nome de uma famosa avenida da cidade de New York, conhecida mundialmente como o epicentro do teatro e dos musicais nos Estados Unidos. E no mundo também, né? O nascimento do quarteirão das artes e a era de ouro Hoje, o distrito se estende também por outras ruas, formando uma espécie de “quarteirão” das artes. Ele começou a se desenvolver no final do século XIX, quando os teatros começaram a se concentrar na área da Times Square. O primeiro teatro na avenida, chamado de Theater Colony, foi inaugurado em 1889. A chamada “Era de Ouro”, por sua vez, se deu por volta das décadas de 1940 e 1950. Foi quando tudo criou uma proporção ainda maior! Evolução e inovação nas décadas seguintes Nas décadas seguintes, a região continuou a prosperar e a trazer produções cada vez mais ousadas. Hoje, o termo “Broadway” ultrapassou a região geográfica de NY e se tornou um conceito fundamental para as artes cênicas — como “Hollywood” é a para o cinema. Assim, ela atrai talentos de todo o mundo, desde atores e diretores até compositores e designers, tornando-se um centro global para a comunidade teatral. E é um must see para quem vive nos EUA ou está por aqui de passagem! Teatros da Broadway Agora, vamos falar um pouco sobre os principais teatros da Broadway! Assim, você fica por dentro das casas que abrigam algumas das produções mais icônicas do local. Shubert Theatre O Shubert Theatre é um dos teatros mais antigos da Broadway, conhecido por sua rica história e arquitetura clássica. Ele já recebeu produções memoráveis como "A Chorus Line", "Chicago" e "Memphis". Onde fica? Na 225 West 44th Street. Booth Theatre O Booth Theatre é conhecido por suas apresentações íntimas e charme histórico. Entre as produções notáveis apresentadas aqui estão "This Is Our Youth", "The Glass Menagerie" e "The Elephant Man". Onde fica? Na 222 West 45th Street. St. James Theatre O St. James Theatre se destaca por sua impressionante fachada de estilo neoclássico e ambiente elegante. Este teatro já foi palco de clássicos como "The Producers", "The King and I" e "Hello, Dolly!". Onde fica? Na 246 West 44th Street Broadhurst Theatre O Broadhurst Theatre é conhecido por sua arquitetura magnífica e detalhes decorativos encantadores. Entre as produções notáveis estão "Mamma Mia!", "Les Misérables" e "Miss Saigon". Onde fica? Na 235 West 44th Street. Gershwin Theatre O Gershwin Theatre é o maior teatro da Broadway em termos de capacidade de assentos. É famoso por ser a casa do musical "Wicked", um dos espetáculos mais populares da Broadway. Onde fica? Na 222 West 51st Street. Richard Rodgers Theatre O Richard Rodgers Theatre possui um design moderno e é conhecido por suas produções inovadoras. Produções notáveis incluem "Hamilton", "In the Heights" e "Chicago". Onde fica? Na 226 West 46th Street. Majestic Theatre O Majestic Theatre é famoso por ser o lar do musical de maior duração da Broadway, "The Phantom of the Opera". Este teatro tem uma atmosfera clássica e elegante, proporcionando uma experiência teatral única. Onde fica? Na 245 West 44th Street. Imperial Theatre O Imperial Theatre é conhecido por seu ambiente acolhedor e é palco de diversas produções aclamadas. Entre os shows notáveis estão "Fiddler on the Roof", "Billy Elliot" e "Les Misérables". Onde fica? Na 249 West 45th Street. August Wilson Theatre Nomeado em homenagem ao renomado dramaturgo August Wilson, este teatro é palco de produções diversificadas. Algumas das peças apresentadas aqui incluem "Jersey Boys", "Mean Girls" e "The Book of Mormon". Onde fica? Na 245 West 52nd Street. Produções famosas Chegou a hora de conhecer algumas peças e musicais que fizeram história! Ao assistir a esses clássicos, dá para praticar e aprender inglês da melhor forma possível. Lembrando que nem todos necessariamente estão com temporadas ativas no momento em que você estiver lendo o conteúdo. Por isso, dê uma conferida diretamente no site Broadway.com. Les Misérables Baseado no romance clássico de Victor Hugo, "Les Misérables" conta a história de Jean Valjean, um ex-prisioneiro que busca redenção enquanto é perseguido pelo impiedoso inspetor Javert. A trama explora temas de justiça, amor e redenção em meio à Revolução Francesa. The Phantom of the Opera Este musical de Andrew Lloyd Webber narra a história de Christine Daaé, uma jovem soprano, e seu misterioso mentor, o Fantasma da Ópera, que vive nos corredores sombrios da Ópera de Paris. A trama explora temas de amor, beleza e obsessão. Hamilton "Hamilton", criado e protagonizado por Lin-Manuel Miranda, é mais do que um simples musical: é uma janela inovadora para a história dos Estados Unidos. Ao contar a trajetória de Alexander Hamilton, um dos pais fundadores da nação, o espetáculo se destaca ao usar ritmos de hip-hop para dar vida aos eventos históricos. Além de proporcionar uma compreensão profunda da formação e cultura dos EUA, "Hamilton" se consolidou como um marco cultural contemporâneo, unindo passado e presente de forma magistral. The Lion King Baseado no clássico filme da Disney, aqui acompanhamos a história de Simba, um jovem leão que luta para encontrar seu lugar após a morte de seu pai, Mufasa. Imperdível para todas as idades! Rent Um musical segue um grupo de amigos artistas em New York enquanto enfrentam desafios como o amor, a perda e a luta contra o vírus da AIDS, em um momento que tudo ainda era muito desconhecido. Um clássico contemporâneo! Chicago Este é um musical de sucesso que se passa na década de 1920. A trama gira em torno de Roxie Hart e Velma Kelly, duas mulheres que estão na prisão por assassinato e competem pela atenção da imprensa e pela absolvição nos tribunais. Wicked "Wicked" é uma releitura mágica da história do Mágico de Oz, focada nas bruxas Elphaba (A Bruxa Má do Oeste) e Glinda (A Bruxa Boa do Norte). O musical explora a amizade incomum entre elas e nos mostra que nem sempre tudo é aquilo que parece ser! West Side Story Um clássico da Broadway, "West Side Story" é uma adaptação moderna de "Romeu e Julieta", ambientada na cidade de New York. A história se desenrola entre duas gangues rivais, os Jets e os Sharks, enquanto Tony, um Jet, se apaixona por Maria, irmã do líder dos Sharks. Onde comprar os ingressos… e economizar! Conheça, agora, as formas de adquirir os seus ingressos, economizar e conferir as atrações da Broadway! Compre ingressos online Uma das formas mais comuns de adquirir seus ingressos é por meio da compra online. Confira alguns sites confiáveis para conseguir sua poltrona: Broadway.com BroadwayBox Telecharge Ticketmaster Neles, você pode selecionar o espetáculo, escolher os assentos disponíveis e efetuar o pagamento através do site. TKTS Booths Você também pode procurar pelos TKTS Booths, em New York. Um dos mais famosos fica na Times Square e vende ingressos com desconto para peças da Broadway no mesmo dia da apresentação. Mas fique de olho: nem sempre há disponibilidade! Loteria de ingressos Algumas produções da Broadway oferecem uma loteria de ingressos, na qual você pode concorrer e pagar preços reduzidos. Se você for sorteado, poderá fazer sua compra pagando bem menos! Além disso, alguns shows agora têm loterias digitais. Daí, você pode concorrer a ingressos por meio de aplicativos específicos. Rush tickets Alguns teatros da Broadway oferecem ingressos "rush" ou "standing room" no dia da apresentação. Estes são ingressos de última hora que são vendidos a preços reduzidos. Se você estiver disposto a esperar até o último minuto, às vezes você pode conseguir ingressos a preços mais baixos. Algumas bilheteiras de teatros vendem ingressos não vendidos no dia da apresentação a preços com desconto. Student ticket Assim como a “meia entrada” do Brasil, também há a opção de pagar menos caso você seja um estudante aqui nos EUA. No entanto, não há opções para todos os shows e em todos os horários. É preciso conferir antes! Onde conferir? Você pode obter informações sobre lotteries, rush tickets e student tickets diretamente no site do Playbill. Ele está sempre atualizado com as oportunidades e é de grande ajuda para quem quer pagar menos e, mesmo assim, conferir toda a magia que só a Broadway reserva! Gostou de conhecer esses detalhes sobre a Broadway? Vou te contar… foi um prazer falar disso com você! Afinal, esse é um dos meus temas preferidos. Mas, agora, não deixe de começar a se organizar para conhecer esse lugar mágico, onde tudo pode acontecer. E aproveitando, compartilhe o guia em suas redes sociais ou envie diretamente aos seus amigos! Quem sabe vocês não embarcam juntos nessa aventura para conhecer a Broadway? Ia ser incrível!
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<h1>Fuja do comum com esses lugares inusitados para conhecer nos EUA</h1> 24 de novembro de 2023

Fuja do comum com esses lugares inusitados para conhecer nos EUA

Todo mundo ama as Cataratas do Niágara, tirar fotos da Estátua da Liberdade e posar ao lado do letreiro de Hollywood, certo? Eu também. Mas, às vezes, dá vontade de sair da rotina e buscar um local bem fora do radar para visitar. Felizmente, os Estados Unidos têm diversas opções nesse sentido. Neste post, listei alguns lugares inusitados nesse país enorme, para você se divertir à beça. Você conhecerá tanto belezas naturais como mansões mal-assombradas, passando por tesouros subterrâneos que existem até hoje. Vem comigo?! Salinas de Bonneville, Utah Se o estado de Utah já é famoso pelas suas paisagens desérticas e pelos canyons bem perto da fronteira com o Arizona, se você se dirigir até o nordeste de Utah, encontra outro tipo de deserto: as Salinas de Bonneville, uma região de puro sal, com cerca de 260km². Eu te explico: antes (não semana passada, mas há 15 mil anos), havia um enorme lago, que secou e virou um tapete de sal. Aí você se pergunta: mas vem cá, a galera só vai lá pra ver isso? Na verdade, não. No inverno e na primavera, entre novembro e maio, as chuvas caem, e aquela região vira um enorme espelho. Aí, a galera se junta para curtir o espetáculo e fazer um milhão de outras coisas, como ensaios e books de casamento. É que a temporada chuvosa cria uma camada dessa água sobre a superfície plana, oferecendo uma ilusão maravilhosa entre o céu e o que está sob os seus pés. Caso você queira conferir, só não cometa os vacilos clássicos da galera que passa por lá: só é permitido acampar em terras públicas fora do deserto de sal, ok? Pernoitar nas planícies também é proibido. E nada de levar parte do sal pra casa, okay? Há estradas ao redor, então é possível dirigir até lá perto. Ah, a melhor e mais próxima cidade para ficar é Wendover! Parque Nacional da Floresta Petrificada, Arizona Esse parque nacional no Arizona leva esse nome por conta da grande quantidade de petrified wood (madeira petrificada) que há por lá, que faz os troncos das árvores parecerem uns rocamboles gigantes. Trata-se, na verdade, de restos fósseis de vegetação terrestre. A área é bem desértica — pense naqueles filmes de western (faroeste) antigos, em que John Wayne e seus parças trocavam tiros com índios em meio a formações rochosas. No entanto, há atrações para crianças também, como as exibições temáticas de dinossauros no museu Rainbow Forest. A atração mais famosa, contudo, é o Painted Desert ("deserto pintado"), uma área que leva esse nome pelos tons pastéis e as misturas de cores nas rochas. Parece até que elas são pintadas à mão! Como é um parque nacional, ali são organizadas trilhas para quem curte esse tipo de paisagem, com guias garantindo a segurança dos turistas. Ausable Chasm, New York A cinco horas da capital, o Ausable Chasm é uma das joias pouco exploradas do norte do estado. Chasm significa "desfiladeiro", então o seu passeio gira em torno dele — mas olhar para baixo não é a única atração do ponto turístico. É um destino ótimo para hikers (a galera apaixonada por trilhas), e a jornada pode ser um pouco exigente para quem está fora de forma, mas a vista vale muito a pena. Localizado no lado oposto do Lago Champlain, este desfiladeiro já foi um rio, que era formado naturalmente a partir de uma cachoeira. Trata-se de uma versão em miniatura das Cataratas do Niágara, mas com um foco maior para trilheiros, além de ter espaço para escalada, rapel e lantern trails, aqueles percursos em que a galera leva uns lampiões para se orientar. Para quem sempre quis participar desses reality shows de sobrevivência, tipo "Survivor", fica a dica! Para se hospedar, você pode escolher uma pousada tradicional ou buscar uma das cabines que ficam dos dois lados do desfiladeiro. É um destino rústico e ideal para quem curte aventuras ao ar livre e camping. Para os mais corajosos, há uma ponte que rende belíssimas fotos também. Cidade Subterrânea de Seattle, Washington Essa tal "cidade subterrânea de Seattle" é uma rede de túneis e passagens subterrâneas interligadas que ficam por baixo da cidade, em Washington. O que acontece é que Seattle sofreu com um incêndio imenso, em 1989, que detonou boa parte da cidade. Na hora de reconstruir o que foi derrubado, as novas edificações ficavam um nível acima da "configuração antiga" da cidade. O que existia antes virou uma série de porões — formando o famoso Seattle Underground. Hoje, essa cidade subterrânea virou atração turística, com um passeio que rola desde 1965, o Bill Speidel’s Underground Tour. O nome faz referência ao publicitário que bolou essa ideia. Você começa o percurso no Doc Maynard’s Public House, um bar antigo restaurado, e vai descendo até o subsolo. Contudo, se você ou algum acompanhante tiverem problemas com claustrofobia, pense duas vezes antes de embarcar no passeio, combinado? Aliás, agora que eu mencionei no parágrafo, me lembrei que o subterrâneo de Seattle é citado de forma bem macabra no já clássico filme Malignant, de James Wan, que saiu em 2021... mas essa história fica para outro dia! Parque Nacional Mammoth Cave, Kentucky Mais um rolê para quem gosta de atrações subterrâneas. O Mammoth Cave é o parque nacional mais visitado do estado do Kentucky e abriga o maior sistema de cavernas do mundo, com 640 quilômetros de extensão. Mas calma aí, você não vai lá apenas para visitar cavernas e tropeçar no escuro: o parque nacional é visitadíssimo por suas outras atrações, com mais de 112 quilômetros de trilhas naturais e mais de 30 quilômetros de rio para você curtir. Isso torna o Mammoth Cave uma verdadeira delícia para quem curte acampar ao lado de cenários paradisíacos. Há mais de 10 pontos diferentes de acampamento. Além de checar as cavernas (por meio de cave tours, passeios com guias), leve sua bike para pedalar pelas trilhas, praticar rafting nos rios e até andar a cavalo. E não precisa ter medo das cavernas desabarem em cima de você: o passeio é todo mapeado, e há um caminho bem definido para andar lá dentro. Caso queira um roteiro mais detalhado de tudo o que há pra fazer lá, visite o Mammoth Cave Visitor Center, o centro de informações no local. Costa Norte, Minnesota Você sabe por que os Los Angeles Lakers têm essa referência a lakes (lagos) no nome, mesmo Los Angeles não tendo tantos lagos assim? Porque o time costumava ser de Minnesota, o estado que é conhecido como "Estado dos Dez Mil Lagos". Monkey também é cultura, tá? Pois então: os lagos de Minnesota são apenas algumas das atrações a serem visitadas na costa norte do estado. Esta região, que fica no condado de Cook, recebe esse nome por conta das extensas margens ao longo do Lago Superior — também conhecido como ponto de viragem do norte de Minnesota. E as coisas para fazer por lá? Passeie pelas incríveis trilhas no Tettegouche State Park. Não deixe de visitar as cachoeiras mais altas de Minnesota no Judge C.R. Magney State Park. Acampe sob as estrelas no Gooseberry Falls State Park. Porém, se o seu negócio é a boa e velha roadtrip (viagem pela estrada, de carro, ônibus ou moto), pegue o seu veículo e mande bala. Você dirigirá por estradas limpas e terá muitos mirantes e parques estaduais excelentes para explorar. Só não é indicado ir no inverno, já que essa estação não costuma ser muito leve para turistas, em termos de Minnesota. Casa Winchester, California Então você achou mesmo que eu terminaria este post sem citar uma mansão mal-assombrada? Acreditou que eu terminaria o texto te encaminhando para a roda-gigante festiva do píer de Santa Mônica? Infelizmente, neste post não trabalhamos com atrações óbvias. A Casa Winchester é uma mansão em que, acreditam muitas pessoas, vivem alguns espíritos que não curtem muito a ideia de receber moradores ou visitantes. A história do local já é estranha desde a saída: a construção levou 38 anos para terminar, mesmo sem pausas. Lá dentro, há 161 quartos, 47 lareiras, 600 portas e 3 elevadores. Ela fica em San Jose, na Califórnia, e atrai turistas que adoram passar uma experiência digna dos filmes clássicos de terror. Se o nome é familiar, é porque você provavelmente acertou na referência: a casa foi projetada por Sarah Winchester, herdeira do império de armas. E a fama de mal-assombrada? Vem das histórias de que Sarah teria sessões com médiuns no local, contadas por antigos funcionários. Inclusive, os rumores eram de que "bons espíritos" eram convocados para apaziguar as vítimas das pessoas mortas por armas Winchester. Além disso, a ricaça utilizava passagens secretas dentro da casa, temendo ser seguida por fantasmas malvadões. Em 2018, foi feito um filme americano sobre a mansão, também chamado "Winchester". Esses são só alguns dos destinos fora do comum nos Estados Unidos. De tão grande que é, o que não falta nesse país são lugares inusitados (e inesquecíveis) para você visitar e sair da rotina turística de sempre. Em uma dessas visitas, dá até pra fazer novos amigos nativos — e melhorar o seu inglês junto com eles! Curtiu o post e quer mostrar essas dicas para outras pessoas? Então, compartilhe em suas redes sociais!
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<h1>Conheça as comidas típicas dos estados americanos!</h1> 21 de novembro de 2023

Conheça as comidas típicas dos estados americanos!

Conheço um amigo, e definitivamente não estou falando de mim, que tem uma curiosidade sobre todos os estados americanos: o que a galera gosta de comer em cada um deles? Quais são os pratos que fazem mais sucesso? Quais são, enfim, as comidas típicas dos EUA? Para tirar as suas dúvidas e as do meu amigo, resolvi fazer uma pesquisa e listar os principais pratos de vários estados/cidades nos Estados Unidos. Muito mais do que citar os nomes, vou te explicar o que vai em cada uma dessas receitas com nomes (e sabores) maravilhosos. Vem comigo! New England A New England é aquela região que fica bem no leste do país e concentra os seguintes estados: Connecticut; Maine; Massachusetts; New Hampshire; Rhode Island; Vermont. Mas vamos ao que interessa: comida. Um dos pratos preferidos dessa galera é o lobster roll (sanduíche de lagosta), que já foi chamado de "primo do cachorro-quente". A descrição não está muito longe da verdade. A diferença, claro, está no recheio de lagosta, dispensando a tradicional salsicha. Para um lobster roll de respeito, a lagosta é cozida e depois misturada à maionese, cebolinha e suco de limão. É o prato mais "New England" possível, sendo facilmente encontrado tanto em estados como o Maine e nas cidades mais famosas da região, como Boston. Inclusive, se você estiver de passagem por Massachusetts, não deixe de pedir a clam chowder (sopa de mariscos), um orgulho local. É possível encontrá-la em duas versões: uma que leva tomate e a que não leva. De qualquer modo, ambas são feitas com um creme leve e pedaços de mariscos — e pode ser servida tanto quente como fria! Texas O Texas é conhecido como aquela região dos EUA em que tudo é muito grande: o estádio do Dallas Cowboys é o maior, o maior posto de gasolina do país fica lá e também a maior loja de conveniência. Com toda essa fixação por coisas em grandes volumes, não é de se estranhar que o prato preferido lá seja um enorme banquete. No Texas, o prato preferido é o barbecue (churrasco) — de preferência, em grande quantidade e chamando a galera toda para comer. Entre as principais variações, a preferida é o brisket barbecue, ou apenas BBQ Brisket, com tiras de peito bovino defumado. Nesse corte, três componentes se destacam: a gordura, a fibra e o músculo. É por isso que a defumação precisa ser lenta, ou você vai acabar quebrando os seus dentes ao tentar mordiscar um pedaço de músculo que ainda não foi suavizado. Louisiana Todo brasileiro se sente bem visitando New Orleans, Baton Rouge ou qualquer cidade da Louisiana. Afinal, busque qualquer imagem de comida do estado no Google, e você vai notar que os pratos se parecem demais com o que você costumava comer no Brasil — ou com as comidas que seus familiares sempre se lembram de ter comido lá. A jambalaya, por exemplo, parece até uma versão americana de um mexidão brazuca maravilhoso. O gumbo, um ensopado com quiabo a rodo, também não vai agredir nenhum paladar brasileiro, pode ter certeza. Podemos dizer que, na Louisiana, o choque cultural será bem menor. Isso porque eu nem falei na sobremesa: pode pedir um red velvet sem medo, que é um bolo com creme de baunilhas, ou butter cream (creme de manteiga). Se você ainda estiver indeciso, peça para dar uma olhada: você não vai mandar voltar para a cozinha, pode ter certeza! California O taco, uma herança da comida mexicana, é um patrimônio californiano. Não à toa, o LeBron James, que atualmente joga no Los Angeles Lakers, já emplacou o lema "taco tuesday", para se referir ao costume familiar de comer tacos às terças-feiras. Provavelmente de peixe, é claro. Já o California roll é a versão californiana do sushi, uma leve modificação que popularizou de vez essa comida japonesa nos EUA, ao colocar ingredientes como abacate dentro daquele "bolinho" de arroz. Por falar nele, outra comida que é apreciada em todo estado é o abacate, em múltiplas formas. Tem desde omelete de avocado até complemento para o sorvete. O abacate também é utilizado para molhos em pães e sanduíches. Assim como New York, a California tem uma infinidade de restaurantes coreanos — inclusive, os nativos dizem que é o melhor local para comer comida coreana fora da Coreia. É uma boa ideia gastar umas horinhas na Koreatown, hein? New York Com a quantidade imensa de italianos que migraram para os Estados Unidos no começo do século passado, não é surpresa que a gastronomia da cidade e do estado seja fortemente influenciada por eles. Por isso, se você estiver na capital e der de cara com restaurante com uma bandeirinha da Itália, pode entrar que é sucesso. Outro prato bastante consumido na Big Apple é o bagel, aquele pão redondo com um furo no meio. Parece com um donut, mas o donut é bem mais açucarado, enquanto o bagel tem mais proteínas e fibras. Ah, quando falamos do estado de New York, não podemos nos esquecer da possibilidade de que você dê um pulinho até o Norte, em Buffalo, para comer as verdadeiras e inesquecíveis buffalo wings. Apesar do nome, as asas são de frango mesmo, com um molho picante todo especial. Esse prato é conhecido e servido em todo o mundo, mas nada melhor do que buscar direto na fonte original. Georgia Seja em Atlanta, seja em outras cidades do estado da Georgia, como Athens, Columbus e Savannah, você vai dar de cara com um potão de frango frito. Além daquele pacotão bem no estilo KFC, há variações de coisas envolvendo frango, como os chicken biscuits (algo como "biscoitos de frango"). É bom, eu juro! A galera sulista da Georgia também curte muito pêssegos grelhados. Aliás, o pêssego de lá é tão especial que se chama Georgia Peach. Georgia é tradicionalmente conhecida pela alta qualidade de seus pêssegos, e o fruto é um símbolo icônico do estado. Devido à sua longa história de produção de pêssegos de alta qualidade, a Georgia ganhou o apelido de "The Peach State" (O Estado do Pêssego). Curiosidade: o termo "Georgia Peach" também pode ser usado de forma carinhosa para se referir a alguém que é nativo ou residente da Georgia. Illinois A principal rivalidade de duas das principais cidades da East Coast (costa leste) — Chicago (principal cidade do estado de Illinois) e New York —, não é Chicago Bulls x New York Knicks. É "pizza de Chicago" x "pizza de New York". As duas cidades têm uma herança italiana na cultura e na gastronomia, mas a pizza de Chicago é um pouco diferente. É a chamada deep-dish pizza, ou pizza de massa grossa, frequentemente comparada a uma torta em termos de espessura e textura. Outra comida amada é o horseshoe sandwich, que é um sanduíche um tanto excêntrico, já que não é um pão com recheio. Olha a composição de respeito: Base de Pão: o prato começa com uma fatia grossa de pão torrado, geralmente pão de hambúrguer ou algum tipo de pão branco. Carne: sobre o pão, coloca-se uma carne, tradicionalmente um hambúrguer, mas outras variações podem incluir frango, peixe, ou até mesmo salsicha ou carne de porco desfiada. Batatas Fritas: uma generosa porção de batatas fritas é então colocada sobre a carne. Molho de Queijo: o elemento distintivo do horseshoe sandwich é um molho de queijo espesso e picante que é despejado por cima das batatas fritas e da carne, cobrindo quase todo o prato. Dica pra finalizar com chave de ouro: se estiver em Chicago, aproveite para pedir uma Goose Island IPA, uma das melhores cervejas do mundo. New Mexico O New Mexico é aquele estado que ficou popularizado com a ajudinha das séries Breaking Bad e Better Call Saul. Com "Mexico" no nome, não é nenhuma surpresa que a galera lá adore umas comidas com inspiração no país que fica logo abaixo dos EUA. Portanto, ao dar aquele passeio por cidades como Albuquerque ou Santa Fe, prove o chile verde, um ensopado de carne com pimenta-verde, e as enchiladas, uma panqueca de milho que é recheada com diferentes tipos de carne, como boi ou frango. Essa mistura ainda é acompanhada pelo molho piri-piri, que leva pimenta e óleo de girassol. Hawaii O Hawaii, também conhecido como "aquele lugar em que você vai se aposentar após bater as suas metas financeiras e conquistar sonho americano", ama poke, aquela tigela funda recheada de frutas frescas, peixe, vegetais e uma opção de carboidrato. Pela simplicidade e pelo sabor, o prato virou mania no mundo todo — mas comer lá no Hawaii é outro nível, né? Nem só dessa tigela vivem os moradores do arquipélago, apesar de que não seria nada ruim. O loco moco também faz sucesso, um prato que leva arroz, hambúrguer e ovo frito. Caso você esteja em uma das ilhas, não curta o poke e queira algo mais "raiz", já sabe o que pedir. Outras comidas de destaque A Florida tem uma infinidade de restaurantes cubanos e venezuelanos. Os sanduíches cubanos, inclusive, são bastante requisitados — tanto por turistas como por locais. Quando você estiver na Louisiana se esbaldando, pode esticar o passeio para esse estado vizinho. Indianapolis, capital de Indiana, tem um sandubão de lombo pra ninguém botar defeito. Outro rango curioso é o bierocks, o queridinho do estado do Kansas, uma massa saborosa assada que vem com recheio de carne moída ou ralada. Foi trazido pelos russos e pelos alemães. Em Michigan, você encontra outro primo do hot, o coney dog, que vem com um molho chili inesquecível. E sabe qual é a comida preferida da galera do Alaska? Sorvete! E do Alabama? Um prato com camarão e grãos, outra boa pedida pra quem quer lembrar dos pratos do Nordeste brasileiro. A verdade é que o "cardápio americano" é praticamente infinito. Em uma roadtrip (viagem de carro ou ônibus) que passe por dois ou mais estados, você provará milhões de coisas diferentes nos restaurantes locais. Caso não goste do que prove, não tem problema: aquele combo de hambúrguer imenso com um caminhão de fritas e um copão de coca-cola sempre estará esperando por você. Afinal, como você sabe, os clássicos nunca morrem. Como você viu no post, tem comidas típicas nos EUA de todos os tipos, tamanhos, texturas e sabores pra quem mora nos EUA. Independentemente do estado que visite, não faltarão opções para você se fartar. Escolha um estado e mande bala nos cardápios! Aproveite a visita e conheça os nomes em inglês das principais comidas dos EUA!
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<h1>7 filmes e séries para conhecer a história dos EUA</h1> 17 de novembro de 2023

7 filmes e séries para conhecer a história dos EUA

Além de falar a língua, conhecer a história dos EUA é fundamental para quem quer construir uma vida no país. Isso vai ajudar você a se inserir mais na cultura das pessoas à sua volta. E você já deve ter notado que uma característica bem marcante dos americanos é que eles se orgulham muito de sua história e valorizam quem compartilha esse conhecimento. Mas não pensa que você vai precisar de um estudo formal para fazer parte desse sentimento! Embora não sejam didáticos como livros de história, filmes, séries e musicais ajudam você a se inteirar do passado do país e entender como costumes e valores resultaram nos Estados Unidos de hoje. Para começar sua pesquisa, eu vou indicar 7 opções pra você aprender períodos importantes da história dos EUA. Confira! 1. Hamilton (2015) "Hamilton: An American Musical" é um dos musicais de temática histórica mais famosos dos últimos anos, responsável por revitalizar e modernizar os musicais — apresentando o formato para gerações mais novas. Tudo em Hamilton é ousado. Criado por Lin-Manuel Miranda, ele conta a história da criação da identidade do país pelos olhos de um imigrante: Alexander Hamilton, que nasceu no Caribe e se tornou o primeiro Secretário do Tesouro Americano ao lado de George Washington. Além da perspectiva, o seu formato também ajudou na popularidade do show. Boa parte do musical é apresentado em rap, bem como hip-hop, R&B e pop, trazendo uma conexão maior entre uma história tão antiga e gerações mais novas. Desde sua estreia em 2015, Hamilton tornou-se um fenômeno cultural, ganhando inúmeros prêmios, incluindo 11 Tony Awards. A trilha sonora do musical também foi amplamente aclamada e alcançou sucesso comercial. Você pode conferi-la no Spotify. Cheio de emoção, inovação e história, o musical passou anos com lotação máxima. Em 2020, ganhou uma versão filmada que está disponível no Disney+, tanto no Brasil quanto nos EUA. 2. The Patriot (O Patriota, 2000) Outro filme bem popular sobre o período de independência americana é o Patriota, estrelando Mel Gibson. A obra da virada do milênio é uma trama interessante sobre os motivos que levaram ao país entrar em guerra contra sua colônia. Na história, Mel Gibson está receoso sobre o conflito até que uma tragédia faz com que ele assuma o lado dos americanos. De plano de fundo, o espectador conhece muito sobre o período e como os colonos se rebelaram contra a Grã-Bretanha. O Patriota está disponível no HBO MAX. 3. 12 Years a Slave (12 Anos de Escravidão, 2013) Assim como o Brasil, os Estados Unidos também têm um passado terrível de escravidão que precisa ser sempre lembrado e estudado para entendermos o valor da liberdade de direitos. Porém, existe uma diferença entre os dois países. Nos EUA, a escravidão nunca foi um consenso, limitando-se como lei aos estados sulistas. Foi um conflito de ideias tão sério que acabou culminando com a Guerra Civil Americana. Se você quer entender mais sobre o triste período de escravidão e as consequências dessa divisão no país, o filme 12 Anos de Escravidão é uma das melhores obra sobre o assunto. A película de 2013 conta a história de um negro nascido em New York, estado em que não havia escravos. Ao ser sequestrado e levado para o estado da Louisiana, é vendido como escravo. Assim fica durante 12 anos, até recuperar sua liberdade. O mais interessante e horrível é que essa história aconteceu de verdade: é baseada nas memórias de Solomon Northup, que passou por isso no século XIX. 12 Anos de Escravidão foi vencedor de 3 Oscars, incluíndo melhor filme. No Brasil, está disponível no Prime Video. Nos EUA, é possível assistir no Prime Video e na Netflix. 4. Lincoln (2012) Se a escravidão foi um dos motivos que levaram à Guerra Civil, ela também foi um dos grandes pontos de discussão no pós-guerra, com a derrota dos confederados. É sobre isso que trata Lincoln, filme sobre um dos presidentes mais conhecidos e respeitados dos Estados Unidos. Em um drama político e pessoal, a obra acompanha os esforços de Abraham Lincoln para passar no congresso a 13ª emenda, que aboliu a escravatura na esfera federal. A trama é recheada de intrigas e discussões, mostrando como a capacidade de articulação do presidente contribuiu para que ele se tornasse uma das figuras mais influentes na história do país — incluindo seu rosto estampado na nota de 5 dólares. Você pode assistir Lincoln no Prime Video brasileiro ou americano. 5. Boardwalk Empire (O Império do Contrabando, 2010) Um acontecimento americano pouco conhecido pelos brasileiros é o período da Lei Seca, no início do século XX. Foi um período de quase 14 anos, de 1920 a 1933, no qual a fabricação, venda e transporte de bebidas alcoólicas foram proibidos em todo o país. A Lei Seca é frequentemente citada como um exemplo de uma política bem-intencionada que teve consequências não intencionais e prejudiciais. É um período fascinante da história americana, muito estudado por suas implicações sociais, culturais e políticas. A série Boardwalk Empire trata exatamente desse momento na história norte-americana. O foco é nas pessoas e nas organizações que enxergaram na proibição uma oportunidade de negócio pelo tráfico de bebidas — envolvendo empresas, investidores e até órgãos do Governo. Para atestar a qualidade da série, nada melhor do que falar que o primeiro episódio foi dirigido por Martin Scorsese. Ela está disponível no HBO Max e no Prime Video. 6. Band of Brothers (Irmãos de Guerra, 2001) Nenhum período da história americana foi tão retratado em Cinema e TV quanto a Segunda Guerra Mundial. Poderia citar Saving Private Ryan (O Resgate do Soldado Ryan, 1998), Schindler's List (A Lista de Schindler, 1993) entre muitas obras premiadas. Mas que tal uma sugestão um pouco diferente? Band of Brothers (Irmãos de Guerra) é uma minissérie da HBO que se tornou uma das pioneiras da era atual de TV como cinema, tamanha sua qualidade. A trama segue uma companhia de paraquedistas enviada para o coração da guerra, atrás das linhas inimigas. Baseada em relatos reais, ela foi coproduzida por Tom Hanks e Steven Spielberg. O grande destaque de Band of Brothers é o realismo da série, que mostra de forma dura e cruel o que um conflito dessa magnitude causa nas pessoas. Você pode assisti-la no HBO Max, no Prime Video e na Apple TV. 7. Veep (2012) Terminando nosso passeio pela história dos EUA, que tal uma produção de tempos modernos e de comédia para aliviar o clima? Estrelando Julia Louis-Dreyfus, a eterna Elaine da série Seinfeld, Veep conta a história de uma vice-presidente americana com imagem pública em baixa que quer se manter como VP (origem do nome da série) em uma reeleição. De maneira leve, porém crítica, a série pinta um quadro sobre as disputas políticas atuais no país, onde a popularidade e a opinião digital contam muito para seu sucesso. Você assiste Veep no Prime e na HBO Max. Desde a fundação do país até os dias de hoje, Hollywood conta com uma grande variedade de conteúdos sobre a história dos EUA. É a maneira ideal para se inserir na cultura local e construir sua vida no país. E se você adora séries, que tal usá-las para aprimorar seu inglês? Veja minhas dicas de séries para aprender o idioma!
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<h1>No pain, no gain: como são as academias nos EUA?</h1> 14 de novembro de 2023

No pain, no gain: como são as academias nos EUA?

No pain, no gain (sem dor, sem ganho). Essa expressão é bastante comum para quem já está adaptado a uma vida mais fitness, não é verdade? Entender como são as academias nos EUA, conhecer um pouquinho sobre as suas diferenças com relação ao Brasil (e semelhanças também, claro), além de conferir onde encontrar as melhores vai contribuir para que você continue com uma vida saudável em terras americanas. Por isso, preparei este material para que você tire todas as suas dúvidas sobre o assunto. Bateu a curiosidade? Continue a leitura e saiba mais! Importância da cultura fitness Em 2019, uma pesquisa feita pela International Health, Racquet & Sportsclub Association, chamada também de IHRSA, mostrou que os Estados Unidos dominam o mercado fitness. Isso mesmo! No estudo, foi constatado que o país gera mais de 30 bilhões de faturamento por ano, o que é muita grana! Para ter uma ideia, o segundo país na lista, que é o Canadá, gera pouco mais de 2,9 bilhões. O mesmo levantamento também mostra que os Estados Unidos dominam tudo quando se trata de número de clientes. São mais de 60 milhões, enquanto o segundo lugar tem pouco mais de 11 milhões. E esse mercado tem se tornado cada vez mais promissor. Lá no início dos anos 2000, por exemplo, não tinham redes sociais. Então, as pessoas se interessavam por uma vida mais fitness principalmente por influência de seus amigos mais próximos. Hoje, tudo mudou. São vários influenciadores da área que mostram um pouquinho mais sobre o seu dia a dia, os tipos de treinos (inclusive ensinando as formas certas de fazer cada exercício), além de também mostrarem sua rotina de alimentação. Claro, sabemos que cada treino e dieta deve ser individual, feito por um profissional da área. Mas o forte apelo que esses perfis do TikTok, do Instagram e de outras redes sociais têm, contribui muito para o aumento do interesse das pessoas em entrarem para uma academia e para o mundo fitness em geral. Tipos de academia nos EUA De modo geral, as academias são bem semelhantes àquelas que ficam no Brasil. Inclusive, existem redes que, além de estarem presentes em vários lugares do país, também têm unidades em outros países, como é o caso da Planet Fitness. Médias de preço Assim como no Brasil, os preços sofrem algumas influências. Porém, saiba que dá para achar planos (memberships) mais básicos por $10 ou $20 mensais. Mas, por exemplo, se você conta com um pacote completo, chamado de "all inclusive", com piscina, sauna, possibilidade de fazer alguns tipos de aulas etc., vai pagar mais caro do que se quiser apenas utilizar os aparelhos. Isso sem falar em outras questões, como localidade. Então, pode chegar a $70 ou $100 dólares mensais. Também tem os preços de pacotes anuais, que costumam ser mais baratos no final das contas. Importante: esses preços não incluem taxas de matrícula, ok? Elas costumam ser cobradas também na primeira mensalidade. Personal trainer Uma diferença existente é que, no Brasil, existem professores e instrutores dentro das academias que oferecem algum tipo de assistência. Quando você tem algum dúvida em relação ao equipamento correto, peso ou ao exercício, com certeza vai ter alguém que vai te ajudar. Já nos EUA não existe isso. Aqui você vai precisar pagar por um personal trainer para ter esse tipo de apoio. Os preços desse profissional também variam, mas, assim como no Brasil, são cobrados por hora. O valor pode diversificar muito de estado para estado, indo de $25 a $100/h. Modalidades populares Nos EUA, as principais modalidades de aulas fitness são yoga e pilates, sabia? E zumba também é bem popular, de acordo com estudo da Fitness Volt. Ficou com vontade de testar? Então, uma coisa interessante de saber: no Brasil, em algumas redes, você precisa fechar o pacote completo para treinar. Ficando mais difícil de escolher por aquele que seria mais adaptado à sua realidade. Mas, nos EUA, sempre foi assim. As academias costumam desenhar um plano de acordo com o seu objetivo. Dá, por exemplo, para contratar só o plano mais básico de musculação, que vai custar bem menos para o bolso. Prático e que atende a qualquer realidade. E daí, se você sentir vontade de experimentar yoga, pilates ou qualquer outro tipo de serviço, é só contratar separadamente. Sabe outra coisa legal? Em muitas academias, você pode fazer um período de teste gratuito para ver se curte o ambiente da academia e as aulas antes de bater o martelo. Procure por "free pass" ou algo do gênero. Aulas Se alguma aula já está no seu pacote, é preciso entender as regras da academia em que você fez matrícula. Em algumas, basta chegar e acompanhar o andamento junto com o professor. Em outras, mesmo sendo membro, precisa sempre fazer o cadastro antes de começar. Ah: é comum que, em vários planos, você tenha acesso à cadeira de massagem ou hidromassagem, além de descontos em outras aulas. Então, assim que fizer a matrícula, tire todas as suas dúvidas. Isso vai evitar muita dor de cabeça! Principais academias nos EUA E quais são as principais academias nos EUA? Entre as empresas que mais cresceram nos últimos anos e que podem ser encontradas de canto a canto no país, temos a Planet Fitness, a Orangetheory Fitness e Anytime Fitness. Planet Fitness A Planet Fitness, inclusive, é hoje um dos principais nomes no país. E não é à toa. A empresa se vende como um local que vai muito além do que simplesmente ser uma academia. A ideia é poder criar um espaço onde as pessoas possam compartilhar momentos e auxiliarem umas às outras, o que faz criar um sentimento de comunidade. Incrível isso, não é? Além disso, eles se posicionam como uma academia diferente das outras por serem contra aquela ditadura do corpo perfeito. Nada de 100% voltado apenas para a boa forma, mas sim de trazer pessoas que possam superar seus desafios para uma qualidade de vida melhor, que deve ser o principal intuito por quem busca por um espaço como esse (e, claro, compartilhar suas vitórias com quem está presente no dia a dia). Orangetheory Fitness Outra que se destaca no ramo é a Orangetheory Fitness. Nela, as pessoas podem aproveitar muito seus treinos a partir do contato com a Inteligência Artificial. Um exemplo disso é que os membros da academia podem utilizar um monitor de frequência cardíaca. A peça é uma tecnologia que permite monitorar em tempo real como a pessoa está enquanto se exercita. Imagine só ter a possibilidade de conferir seu status cardíaco e a intensidade do seu treino? É isso que a academia oferece. Com isso, o aluno pode fazer treinos mais personalizados. Anytime Fitness Anytime Fitness é outra academia que também pode ser considerada uma revolução na área fitness. Para começar, você pode encontrá-la em diversos pontos dos Estados Unidos, aberta 24 horas por dia e 7 dias por semana. Ela não para, literalmente. É uma franquia presente em mais de 50 estados dos EUA, e não fica apenas por ai: hoje, já está presente em vários países. E além de estarem abertas a todo momento, não têm diferenciais nada muito mirabolantes, acredite. Seus fundadores entenderam que as pessoas, ao buscarem por uma academia, procuram qualidade nos serviços e nos equipamentos. Além, claro, da conveniência e da facilidade para a sua rotina. Como encontrar uma academia São muitas as grandes redes que se destacam no país, não é mesmo? Mas como saber aquela que está pertinho de você e tem o preço que cabe no seu bolso? Dá para digitar no Google Maps "fitness center near me" ou "gym near me" e ver a lista de opções. Mas eu tenho uma dica muito melhor! No meu Guia Monkey, é possível encontrar personal trainers, academias e demais espaços fitness 100% brasileiros. Basta digitar "academias" no filtro, e você encontra as opções disponíveis em todo o país, permitindo ter acesso a serviços de qualidade e, ao mesmo tempo, valorizar o trabalho brasileiro. E o melhor: tudo na palma da nossa mão e em português. Se você trabalha no ramo ou tem uma academia: como ser encontrado E se você tem uma academia ou é personal trainer morando aqui nos EUA, com certeza quer ser encontrado pelo público, não é verdade? Como mostrei, existem muitas opções hoje no país, e os EUA representam grande parte do faturamento das academias em todo o mundo. Então, o Guia Monkey é a chance de aumentar sua visibilidade! São muitos os benefícios ao se cadastrar no Guia Monkey. Olha só: possibilidade de fazer parte do maior guia de empresas brasileiros nos EUA e ser encontrado por aqueles que buscam exatamente o que você oferece; mais canais de divulgação para o seu negócio além das redes sociais, como é o caso das nossas Newsletters; convites para programas de desenvolvimento profissional, entre outros. Ou seja, além de ser uma oportunidade para ficar mais perto dos brasileiros morando por aqui, você também pode se conectar com empresas e ter diferenciais nos produtos que elas oferecem. É a chance de aumentar a sua clientela ao mesmo tempo em que fica mais próximo das pessoas de seu país. Como mostrei, o mercado americano é vasto e diversificado, com academias que oferecem desde tecnologias avançadas até ambientes acolhedores que promovem o bem-estar e a comunidade. Se você está em busca da academia perfeita ou deseja divulgar seu espaço fitness, o Guia Monkey é a ferramenta ideal. Ele não só conecta brasileiros a serviços de qualidade, mas também valoriza e promove o trabalho de nossos compatriotas em terras estrangeiras. Falando em saúde, que tal conferir meu conteúdo com dicas para manter a mente e o corpo saudáveis nos EUA?
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<h1>Libere o Masterchef em você com 5 receitas para Thanksgiving!</h1> 10 de novembro de 2023

Libere o Masterchef em você com 5 receitas para Thanksgiving!

Um dos feriados mais celebrados nos EUA é, sem dúvidas, o Dia de Ação de Graças. Além de ser um momento de exercitar a gratidão, as pessoas aproveitam para se reunir com a família e amigos saboreando as famosas receitas de Thanksgiving. De fato, a comida tem um papel importante nessa ocasião, o que nem sempre acontece em outras datas comemorativas ao longo do ano. Pra não ficar por fora das tradições e ainda saber um pouco mais sobre o tema, continue acompanhando a leitura e confira minhas sugestões para liberar o Masterchef que existe em você! Let's go! [embed]https://www.youtube.com/watch?v=RW2J_PE1jyo[/embed] Como funciona o Thanksgiving? A primeira celebração oficial do Dia de Ação de Graças como um dos feriados nacionais nos EUA ocorreu em 1939. A data é comemorada na última quinta-feira do mês de novembro, com origem na festa que os imigrantes ingleses faziam com os indígenas americanos pela fartura das colheitas nessa época do ano. Por isso, o Thanksgiving é um símbolo de gratidão na cultura norte-americana. Antecedendo o Natal e o Ano Novo, as pessoas se reúnem para agradecer e, muitas vezes, também aproveitam para participar de ações solidárias. Além das comemorações caseiras, há eventos como corridas especiais, o desfile da loja Macy's em New York, entre outras tradições locais. Sendo um feriado prolongado, muita gente também aproveita para viajar e comemorar fora de casa. Logo, ter em mente boas receitas pode ajudar! O que não pode faltar em uma receita de Thanksgiving? As tradições são diversas, mas meu foco aqui é a culinária. As receitas de Thanksgiving são como um traço cultural, e os jantares típicos da data podem se estender por muitas horas. O peru é o prato mais popular e que não costuma faltar na maioria das casas. Normalmente é acompanhado de purê de batatas, vagens refogadas (conhecidas como "green beans") e molho agridoce feito com cranberry. Independentemente dos acompanhamentos escolhidos em cada ceia, uma boa sobremesa também não pode ficar de fora. As tortas são comidas típicas americanas, em especial de maçã, abóbora ou nozes. Muffins, cookies e guloseimas decoradas também são comuns. Tudo bem que cada família decide seus pratos favoritos e também é possível inovar na culinária para a celebração, mas seguir algumas tradições é uma boa ideia, até pra você se sentir mais local e pertencendo à cultura americana. Quais são boas ideias de receitas para Thanksgiving? Chegou a hora de anotar as principais receitas típicas que deixam o Thanksgiving mais saboroso e especial. Mas vale lembrar que dá pra fazer essas delícias em qualquer época do ano, não é mesmo? Confira o passo a passo de opções incríveis a seguir! 1. Sweet and Sour Turkey (Peru ao molho agridoce) Ingredientes: Peru; Vinho Branco; 100 gramas de manteiga; Cebola (1 unidade); Um ou dois limões espremidos; Temperos a gosto: sal, alho, louro, pimenta, alecrim, salsinha, etc 150 gramas de cranberry; 1/2 litro de suco de laranja; 4 colheres (sopa) de açúcar. Modo de preparo: Temperar o peru com o suco de limão e todos os temperos da sua preferência, adicionando as ervas por cima. Regar o peru com um pouco do vinho. Deixar marinando durante a noite ou por algumas horas antes de assar. Colocar tudo em uma assadeira forrada com papel alumínio. Passar manteiga em toda superfície do peru, cobrir com o papel alumínio e levar ao forno (cerca de 150 graus) por 2 horas. Abrir o papel alumínio para dourar a carne deixando assar por mais uma hora, regando com o líquido da marinada se achar necessário. Para o molho: leve o cranberry com suco de laranja e açúcar (se quiser, adicione uma dose de vinho tinto ou branco) ao fogo por aproximadamente meia hora até engrossar. Pode deixar em pedaços ou bater no liquidificador e coar antes de servir. É comum também rechear o peru com uma espécie de "farofa", mas com ingredientes tipo uva passas, damasco, salsão, cenoura, entre outros. Essa etapa deve ser feita antes de levar ao forno para assar, e algumas pessoas costuram a carne para que o recheio não vaze. 2. Apple Pie (Torta de maçã) Ingredientes: 3 xícaras (chá) de farinha de trigo; 150 gramas de margarina; 9 colheres de água gelada; 8 maçãs (sem casca) cortadas em cubinhos; 2 colheres (sopa) de limão; 1 xícara (chá) de açúcar; 2 colheres (sopa) de canela em pó; 1 colher (sopa) farinha de trigo; 1 pitada de noz moscada; 1 colher (sopa) de manteiga. Modo de preparo: Misture a farinha com a manteiga até formar uma farofa. Adicione a água gelada e vá amassando até que fique firme. Envolva a massa em um plástico e deixe na geladeira por 30 minutos. Misture a maçã cortada com o suco de limão, açúcar, canela, farinha e noz moscada. Retire a massa gelada e divida em duas porções iguais. Abra com um rolo e pegue uma das partes para forrar uma forma redonda, de preferência com fundo removível. Coloque o recheio sobre a massa e junte pequenos cubos de margarina por cima. Cubra com a outra parte da massa, fazendo furos com garfo. Dica: molhe a mão com água gelada e passe por cima da torta, salpicando uma mistura de açúcar e canela de cobertura. Leve ao forno (180°) por cerca de 1 hora ou até dourar bem. 3. Pumpkin Pie (Torta de abóbora) Ingredientes: 1 xícara de chá de farinha de trigo; ½ xícara de chá de manteiga cortada em cubos pequenos; ½ colher de chá de açúcar; ½ colher de chá de sal; 2 a 4 colheres de chá de água gelada; 2 xícaras de chá de purê de abóbora; 1 lata de leite condensado; 2 ovos; Pitadas de especiarias: canela, gengibre em pó, noz-moscada etc. Modo de preparo: Para começar a fazer a massa, basta misturar a farinha, o açúcar e o sal. Junte a manteiga e vá mexendo a mistura antes de colocar a água fria para formar a massa. Coloque tudo dentro de uma forma e vá abrindo a massa com as mãos, ou abra com o rolo antes de levar para a forma e ajuste as bordas. O purê de abóbora deve ser feito antes, cozinhando a abóbora e amassando até adquirir uma consistência lisa. Deixe esfriar. Para o recheio, misture todos os outros ingredientes (inclusive as especiarias que desejar) e bata em um processador. Adicione o recheio por cima da massa e leve ao forno preaquecido a 180ºC por cerca de 30 minutos. 4. Mashed Potato (Purê de Batata) Ingredientes: 6 batatas grandes descascadas e cortadas em pedaços; 1/2 xícara (chá) de leite; 4 colheres (sopa) de manteiga; Sal a gosto; Pimenta-do-reino a gosto; Noz-moscada ralada a gosto. Modo de preparo: Cozinhe as batatas em água fervente até que estejam macias. Escorra a água e retorne as batatas para a panela. Amasse as batatas até obter uma consistência lisa. Adicione a manteiga e misture bem. Acrescente o leite aos poucos, mexendo sempre. Tempere com sal, pimenta-do-reino e noz-moscada. Sirva quente. 5. Cranberry Sauce (Molho de Cranberry) Ingredientes: 400g de cranberries frescos; 1 xícara (chá) de açúcar; 1 xícara (chá) de água; Raspas de 1 laranja. Modo de preparo: Em uma panela, combine os cranberries, o açúcar e a água. Leve ao fogo médio até que os cranberries comecem a estourar, cerca de 10 minutos. Reduza o fogo e cozinhe por mais 10 minutos. Adicione as raspas de laranja e misture bem. Retire do fogo e deixe esfriar. Sirva à temperatura ambiente ou refrigerado. Gostou das dicas de receitas de Thanksgiving? Coloque a mão na massa e faça o teste em casa para ver se elas ficam saborosas! Porém, não se esqueça que o grande significado do feriado está em compartilhar as bênçãos recebidas. A comilança é um atrativo à parte, combinado? Aproveite para conferir agora um conteúdo com 84 expressões culinárias e nomes de comidas em inglês. Com o Monkey, você não passa aperto nos EUA!
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<h1>Visto de investidor nos EUA: saiba o que é e como tirar</h1> 7 de novembro de 2023

Visto de investidor nos EUA: saiba o que é e como tirar

Para brasileiros que já têm uma boa grana na mão e que buscam uma aplicação financeira vantajosa, a vida pode ficar ainda melhor: que tal solicitar o visto de investidor nos EUA, que te tornam um verdadeiro businessperson (pessoa de negócios) na maior economia do mundo? O EB-5 é, basicamente, o top dos tops entre os vistos americanos, uma vez que só quem já tem um patrimônio considerável terá chances de conquistá-lo. Porém, como você vai ver neste texto, as recompensas são maravilhosas. Bora saber mais sobre ele! Visto de investidor: como funciona? O EB-5, conhecido como "visto de investidor", é uma modalidade destinada exclusivamente a estrangeiros que investem na economia americana. Ele garante residência tanto à pessoa que aplica o dinheiro, para seu cônjuge e para filhos solteiros que tenham menos de 21 anos. Isso significa que o EB-5 é também uma das formas de obter o sonhado Green Card, que garante o direito de viver nos EUA e desfrutar de muitos dos direitos dos nativos. O visto, administrado pelo Immigrant Investor Program Office (IPO) do U.S. Citizenship and Immigration Services (USCIS), foi introduzido pela primeira vez em 1990 para ajudar a impulsionar a economia, aumentando o emprego e atraindo capital estrangeiro para gerar mais empregos no país. Por isso, tem ajudado muita gente interessada em viver o sonho americano. Cada região autorizada nos EUA tem direito a emitir 700 vistos EB-5. Como curiosidade, os chineses são a nacionalidade que mais utiliza essa modalidade, para garantir residência nos EUA como investidores. No entanto, ele é aberto para diversos outros países — e o Brasil costuma entrar no top 10 de solicitações concedidas a cada ano, junto com Índia, Vietnam e Coreia do Sul. Quem tem direito ao visto de investidor? É simples: tem direito quem tem o montante necessário para investir em negócios nos Estados Unidos. Nesse caso, não estamos falando de quem aplica dinheiro em ações e títulos de renda fixa, mas quem colocará dinheiro diretamente em empresas americanas. Aí, você escolhe entre investir a grana em uma empresa americana que já existe ou criar um empreendimento do zero. Nos dois casos, é obrigatório que o investimento gere ou mantenha (no caso de empresas que já existam) no mínimo dez postos de trabalho integral (full-time jobs) para cidadãos norte-americanos — isto é, você e seus familiares brasileiros não contam. Atualmente, o aporte mínimo para solicitar o visto de investidor nos Estados Unidos está entre US$ 800 mil e US$ 1,05 milhão de dólares, a depender da localização do empreendimento. Não é à toa que ele costuma ser chamado informalmente de Million Dollar Green Card. Um detalhe interessante é que investimentos em áreas de risco, com maiores números de desemprego e conhecidas como Target Employment Areas (TEA), algo como "áreas-alvo de empregos", têm uma alíquota menor de impostos. Áreas rurais e projetos de infraestrutura também exigem menos gastos. Alguns estados, como Illinois, têm páginas para explicar como funcionam essas áreas. Quais são os tipos de visto de investidor nos EUA? Quando as pessoas falam de "visto de investidor", é bem provável que elas estejam se referindo ao EB-5. Mas, vamos combinar: nem todo mundo tem 800 mil dólares na mão, né? Portanto, há uma outra possibilidade. Nesse caso, estamos falando o E-2, o "visto de empreendedor". Ele permite que você empreenda por meio de negócio próprio ou de uma franquia americana já existente. No entanto, não será possível trabalhar em outra empresa, apenas naquela que você investe. Uma diferença marcante em relação ao EB-5 é que ele não permite o trabalho formal de familiares, embora seja possível que o visto abranja toda a família. Os filhos que completarem 18 anos de idade, morando nos EUA, precisam da renovação da permissão para permanecer em solo americano. O custo de aquisição do E-2 é de aproximadamente 150 mil dólares. Além do valor, você precisa ter dupla cidadania, já que esse visto só vale para países que tenham assinado o Tratado de Comércio e Navegação (treaty of commerce and navigation) com os Estados Unidos. Não é o caso do Brasil, mas você se enquadra se tiver cidadania portuguesa ou italiana, por exemplo. Desde que foi aprovada, muitos brasileiros têm buscado a cidadania portuguesa para ter esse atalho para o E-2. Como obter o visto de investidor? Existem duas formas de conquistá-lo: investindo em uma empresa americana ou abrindo um novo negócio no país, empregando ao menos 10 pessoas. No entanto, em ambos os casos, você precisará comprovar que todos os seus rendimentos são legais antes de iniciar a solicitação junto ao governo americano. Por isso, precisará apresentar documentos que comprovem que você tem a grana realmente disponível! Quais são as vantagens e desvantagens desse visto? A única desvantagem nesse visto é a quantidade de dinheiro necessária para começar a aplicação. Mas, se você tem esse montante na conta, as vantagens são inúmeras. Vamos conhecê-las! Residência imediata Do ponto de vista burocrático, o EB-5 é a maneira mais fácil de conseguir residência imediata para você e seus familiares. É um Green Card coletivo, digamos assim. Além disso, você não precisará ter experiência profissional específica e nem aguardar uma longa de espera — afinal, não é muita gente que tem esse dinheiro todo em mãos. Na prática, será preciso apenas solicitar a documentação e mandar bala em seu pedido. Acesso à educação de ponta Como você tem, no mínimo, 800 mil para investir no país e gerar empregos, o governo americano recompensa essa generosidade com anuidades reduzidas em suas universidades no estado de residência. É a chance de que os jovens estudem em algumas das melhores do mundo. Possibilidade de trabalhar em outros estados Se você investiu na Pennsylvania, por exemplo, com um visto EB-5, você poderá trabalhar em qualquer lugar dos EUA, até mesmo na California. Assim, não será preciso atuar apenas na região do empreendimento na qual você aplicou dinheiro. Maiores chances de obter a cidadania americana Após ter o seu EB-5 aceito e colocar a mão no seu Green Card, você pode iniciar o processo de se tornar um cidadão americano legítimo. Será preciso esperar 5 anos após receber o documento — e fazer o pedido de cidadania. Liberdade para se locomover pelo país e pelo mundo Os imigrantes com o EB-5 têm uma maior liberdade dentro do território americano. Será possível fazer viagens livremente, esquiar em Aspen, ver um jogo do Lakers em Los Angeles e ficar ensopado nas Cataratas do Niágara. Além disso, o dono de um EB-5 não precisa se preocupar com novas solicitações após sair dos EUA para visitar outros países. Basta voltar, de boa! É possível transferir um tipo de visto para outro? Bom, falando bem francamente, o governo americano não repassa o visto EB-5 para qualquer um: as autoridades passarão um pente fino em suas contas, para checar qualquer suspeita de fraude. Nesse sentido, se você realmente tiver a grana, você terá a sua permissão concedida e não terá motivo para solicitar a troca de visto. Lembre-se de que o investimento é feito de uma vez só, isto é, não é possível "pedir parcelamento": ou você tem o dinheiro ou não tem. Como você viu neste artigo, o chamado visto de investidor nos EUA é um dos mais cobiçados — e invejados por aqueles que não têm, já que concede o Green Card para quem aplica o dinheiro e para seus familiares. Para quem não tem todo o montante, o E2 é outra boa opção para empreendedores. Essas opções ainda não estão ao seu alcance? Calma! Aproveite a visita para saber mais sobre todos os tipos de visto americano e encontre aquele mais dentro da sua realidade.
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<h1>Juros americanos desvendados: o impacto na sua vida e na economia</h1> 3 de novembro de 2023

Juros americanos desvendados: o impacto na sua vida e na economia

Para muita gente, juros são um tanto complicados. Afinal, eles têm vários detalhes e cálculos, que podem fazer você desistir de entender. Porém, morando nos Estados Unidos, é preciso conhecer os juros americanos, pois eles afetam basicamente todo o seu dia a dia, sobretudo sua vida financeira. Mas pull yourself together (“se acalme”). Como a gente fala por aqui, it's not rocket science (“não é complicado”), se você conta com boas dicas. Por isso, estou aqui hoje! A seguir, saiba por que os juros americanos afetam tanto a economia. Além disso, saiba o que é Fed e pra que serve a taxa que ele determina. Confira também a variação média dos juros e como eles impactam diretamente o seu dia a dia. Come on (“vamos lá”)! Juros americanos x Economia: o que uma coisa tem a ver com a outra? Nos Estados Unidos e em qualquer outro país do mundo, os juros servem para controlar o quanto de dinheiro está circulando pelo país. Imagine os juros como uma ferramenta que o governo usa para ajustar a quantidade de dinheiro que as pessoas têm em mãos. Na prática, eles ajudam em dois aspectos essenciais da economia: incentivar o consumo e controlar a inflação. Quer um exemplo prático? Quando os juros estão baixos, fica mais barato pegar dinheiro emprestado ou usar o cartão de crédito. Isso incentiva as pessoas a gastar, o que é bom para a economia, pois mantém as lojas vendendo e o dinheiro circulando. Já no segundo caso, se você já notou que o preço das coisas está subindo rapidamente, isso é inflação. Quando há muito dinheiro circulando, os preços tendem a subir. Então, o governo pode aumentar os juros para tornar o empréstimo de dinheiro e o uso do cartão de crédito mais caro. Isso desencoraja as pessoas a gastar, o que ajuda a controlar a inflação. Parece contraditório, mas o que os governos buscam é o equilíbrio. Ou seja, nem dinheiro demais e nem dinheiro de menos circulando, pois é preciso estimular o crescimento da economia e manter os empregos, ao mesmo tempo em que precisamos controlar os preços e manter o poder de compra. Agora que você entendeu a relação básica entre juros e economia, podemos falar sobre como isso funciona especificamente nos EUA, focando no papel do Fed. Afinal, o que é o Fed? Fed é a abreviação para Federal Reserve, o Banco Central dos Estados Unidos. Uma de suas principais funções é determinar toda a economia do país, o que influencia ações em bancos centrais do mundo todo! Muita responsabilidade, né? Por isso que o FOMC — Federal Open Market Committee (“Comitê Federal do Mercado Aberto”) — se reúne todos os meses, a fim de discutir a política monetária do país e a taxa de juros. Aliás, todo esse poder de decisão vem do The Federal Reserve Act — “Ato do Federal Reserve” de 1913, que deu ao Fed a tarefa de definir as políticas monetárias dos Estados Unidos. Para que serve a taxa de juros do Fed? Deu para perceber como é importante, né? Então vamos entender um pouco melhor como ele atua para chegar à questão dos juros americanos. Basicamente, ele usa três ferramentas monetárias: operações de mercado aberto; taxa de desconto; requerimentos compulsórios. Assim, o Conselho de Governadores do Fed cuida da taxa de descontos e dos requerimentos compulsórios. Aliás, pra você saber melhor, essa taxa de descontos é uma taxa de juros que o Fed cobra de outras instituições financeiras para empréstimos de curto prazo. Já as operações de mercado aberto são cuidadas pelo FOMC. Em resumo, usando os três instrumentos juntos, o Fed altera as taxas de juros federais. Esses juros regulam empréstimos de saldos no Federal Reserve, feitos por instituições depositárias a outras. Assim, com essas alterações nos juros federais, outras taxas mudam. Por exemplo: taxas de juros de curto prazo; taxas de câmbio; taxas de juros de longo prazo; quantidade de dinheiro disponível; quantia de crédito disponível. A partir daí, mudam-se os preços, o custo de vida e basicamente todo o aspecto econômico do país, a fim de alcançar o equilíbrio econômico. Parece algo distante, mas essas decisões, por efeito dominó, chegam bem rápido ao seu dia a dia. Qual a variação média de juros nos EUA? Atualmente, o intervalo de juros é de 5,25% a 5,50% ao ano, conforme decisão do FOMC, tomada em julho de 2023; sendo a taxa paga sobre saldos de reservas no valor de 5,4%. O FOMC se reúne todo mês para estudar a economia e decidir se essa taxa de juros deve mudar. Eles levam em consideração muitos fatores e dados para tomar essa decisão. É um trabalho complexo, pois os efeitos de uma mudança na taxa podem demorar meses para serem sentidos na economia. Dois desses dados são os índices PCE e CPI. O primeiro é o Personal Consumption Expenditures (“Despesas de Consumo Pessoal”) e o segundo é o Consumer Price Index (“Índice de Preços ao Consumidor”). No caso do PCE, olha para como as pessoas mudam seus gastos quando os preços mudam. Já o CPI foca nos preços dos produtos que as pessoas compram. O PCE se baseia em informações de renda e dados nacionais, enquanto o CPI pesquisa preços diretamente com empresas. Além disso, o PCE se ajusta anualmente, e o CPI tem uma fórmula fixa. Mas, entre os dois, o FOMC presta mais atenção no PCE. Qual o impacto dos juros no dia a dia? Agora que você sabe como os juros americanos funcionam, é importante entender seu impacto no seu dia a dia aqui nos Estados Unidos. A seguir, confira alguns dos aspectos mais importantes e que fazem a diferença nos seus planos atuais e futuros! Conta bancária Abrir uma conta bancária é essencial para você receber e movimentar o seu dinheiro, especialmente o seu pagamento do trabalho. Além disso, ter uma conta em banco americano facilita que você também tenha um cartão de crédito americano. Porém, é aí que você precisa de cuidado. Como ele segue os juros americanos, quando a taxa está alta, empréstimos e uso do crédito podem sair mais caro. Por isso, é sempre bom evitar e rever seu planejamento financeiro. Afinal, se as taxas se mantiverem altas, você pode comprometer o seu orçamento. Preços de produtos Nas compras gerais, se o Fed decide aumentar os juros, você pode ter custos mais altos, o que significa menor poder de compra, como expliquei ali em cima. Assim, se você acabou de mudar para os Estados Unidos, uma das consequências pode ser o aumento do aluguel, ou até mesmo as compras que precisa no mercado. Por outro lado, se o Fed decidir baixar os juros, o poder de compra aumenta. Isso significa que os seus dólares vão valer mais. Dessa forma, é possível fazer planos melhores, como por exemplo, comprar um carro usado. Compras grandes Falando em compras grandes, vamos pensar em bens ainda maiores, como uma casa. Com as taxas de juros baixas, os empréstimos ou financiamentos que você pode fazer contam com juros menores. Assim, você pode realizar o sonho de comprar um imóvel próprio nos Estados Unidos com mais facilidade. Porém, se for o contrário, é preciso cuidado. Se você quiser comprar, aguardar pode ser a melhor opção. Já se tiver um financiamento ou hipoteca, com o dinheiro valendo menos, você precisa cuidar para cumprir os pagamentos. Assim, não corre o risco de perder o imóvel, se ele for uma garantia, como ocorreu na crise imobiliária de 2008. Investimentos Os juros americanos importam muito se você vai fazer um investimento no país. Afinal, você espera um bom rendimento, certo? Por isso, é preciso acompanhá-los. Por exemplo, quem vai investir nos títulos do Governo (US Bonds) vai ser remunerado de acordo com a taxa calculada pelo FOMC. Assim, novamente, se ela estiver baixa, você pode estudar outras possibilidades para aumentar o rendimento, por exemplo, adquirindo títulos de longo prazo ou fazendo investimentos mais arriscados, como ações na bolsa de valores. Já para quem quer abrir um negócio, em uma situação de juros baixos, também é possível conseguir empréstimos a taxas mais vantajosas com os bancos, para ter capital de giro e iniciar as suas operações. Sendo assim, antes de tomar um passo como esse, é importante acompanhar as decisões do FOMC. Empregos Por fim, não tem como falar de juros americanos e não lembrar dos empregos. Se você não tem anos de vivência nos Estados Unidos e, dependendo do visto e outros documentos, ainda não pode trabalhar em sua área, a inflação alta é um empecilho para viver bem no país. Por isso, uma das dicas é sempre manter uma boa reserva financeira para estes momentos de dúvida, além de buscar maneiras de poder atuar no país, mesmo com trabalhos diferentes e até autônomos. Os juros em qualquer país costumam preocupar as pessoas, tanto por sua alta quanto por influenciarem na inflação. Nos Estados Unidos, com grande riqueza e influência mundial, não é diferente. Por isso, é preciso entender, pelo menos a little bit — “um pouco” — sobre os juros americanos. Afinal, eles vão afetar a sua vida diretamente, tanto de forma positiva quanto não tão boa. Sendo assim, é preciso se preparar e fazer um bom planejamento financeiro. Além de entender sobre os juros americanos, também vale a pena saber sobre outros termos voltados às finanças que podem ajudar você. Saiba quais são eles no meu vocabulário financeiro!
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<h1>7 lições para o sucesso financeiro</h1> 24 de outubro de 2023

7 lições para o sucesso financeiro

Muitas pessoas acreditam que sucesso financeiro é uma questão de sorte: ter a ideia certa na hora certa. Conhecer alguém influente. Fazer um investimento que estoura no mercado. Porém, vencer na vida, como se diz, é muito mais uma questão de persistência, organização e disciplina. E pouco importa o país: seja no Brasil, seja nos Estados Unidos, é preciso olhar para cima se quiser voar mais alto. Neste artigo, queremos inspirar você a começar a busca pela sua felicidade e conforto para sua família aqui nos EUA. Veja 7 lições para aplicar no dia a dia que vão deixar você mais perto de atingir esse objetivo! [rock-convert-cta id="5800"] 1. Crie seus objetivos para agora e depois A primeira coisa a se fazer para alcançar o sucesso financeiro é definir o que você entende como sucesso. Quer ter um bom salário? Sua própria empresa em solo americano? Investir em imóveis? Ações? Cada pessoa tem seus sonhos, aspirações e a forma que deseja alcançá-los. É hora de pensar quais são os seus e transformá-los em objetivos. Assim, você tem números para perseguir. Na hora de criar metas de sucesso, o ideal é dividir em curto, médio e longo prazo. Veja alguns exemplos: metas a curto prazo: uma viagem nas próximas férias para o outro lado dos EUA, um produto mais caro que você deseja agora; metas a médio prazo: um carro que deseja comprar, uma reforma que a casa precisa; metas a longo prazo: aposentadoria privada e criação de segurança financeira para os filhos. Colocando esses objetivos em sua rotina, você tem uma noção mais clara sobre como atender seus desejos e necessidades agora sem perder o futuro de vista. O sucesso financeiro é um equilíbrio: é preciso se preparar para o que vem pela frente, mas sem se privar do hoje. 2. Desenhe seu mapa do tesouro para o sucesso financeiro Falando em visão de futuro, como você acha que pode alcançar seus objetivos com seu esforço, trabalho e vontade de crescer? O mapa do tesouro é diferente para cada pessoa. Tem as que gostam de crescer na carreira, aquelas que preferem empreender e as que escolheram investir. Qual é o seu perfil? O planejamento financeiro envolve essas duas variáveis: o que você quer alcançar e como pode trilhar o caminho até lá. O mais importante aqui é lembrar que isso deve ser feito de acordo com o que você pode e quer fazer, com um balanço ideal entre interesse e retorno. Um erro muito comum que as pessoas cometem é seguir fórmulas de sucesso prontas como se elas funcionassem universalmente. Tentam ser o que não são e acabam ainda mais frustradas. Aí não dá, concorda? Portanto, busque cursos e materiais de aprendizado dentro das áreas que te motivam. Veja exemplos de sucesso fazendo o que você sabe e gosta de fazer. Assim, o caminho é menos tortuoso e mais rápido. 3. Controle suas finanças como uma empresa faz Com os dois últimos tópicos cobrindo o planejamento financeiro, é hora de dar dicas para a sua rotina ao longo do caminho para alcançar seus sonhos. E, se você quer estar sempre crescendo, deve fazer como quem vive disso: as empresas. Nenhum negócio sobrevive muito tempo sem controle total de ganhos e despesas. Também segmentam esses valores em diferentes orçamentos e alocam cada parte do faturamento em setores de acordo com suas prioridades. Você pode fazer a mesma coisa. Tenha um software ou APP de gerenciamento de finanças e insira tudo o que entra e sai no seu dia a dia. Inclusive, já dei dicas de vários aplicativos de controle financeiro aqui no blog. Escolha o seu preferido e organize todos os seus gastos: categorize em áreas como contas, alimentação, serviços, lazer etc. No fim do mês, você tem visão completa sobre o seu desempenho financeiro e pode fazer ajustes de acordo com os seus objetivos. Faça isso por um tempo e verá o quanto muda seu domínio sobre o próprio dinheiro e o futuro. 4. Comece a poupar... nem que seja com $1 Poupar não é um esforço apenas para quando temos que apertar os cintos. Uma vida de economia é uma vida de sucesso financeiro. Afinal, se você gasta menos do que ganha, estará sempre no positivo. E economizar é um hábito. Ele está em cada dólar que você decide não gastar. Está nas compras impulsivas que você tem disciplina em evitar e percebe lá, na frente, que realmente não precisava. Não existe economia pequena demais. Tudo que você consegue preservar de patrimônio é positivo. Mas é bom lembrar também que não dá para se restringir demais. Quem só pensa na economia deixa de fazer coisas que gosta ou de comprar o que precisa — diminuindo a própria qualidade de vida em troca de uma promessa de futuro. Separe seu orçamento para itens prioritários (aluguel, luz, mercado) e supérfluos (aquela fatia de torta na Cheesecake Factory). Gaste com o que gosta. Apenas tenha bom senso e consciência. 5. Construa uma reserva de emergência Falamos no tópico anterior sobre gastar menos que ganha, mas nem sempre isso é possível, não é verdade? Emergências e custos inesperados acontecem. É impossível prever o futuro. Por isso, é interessante que parte desse dinheiro que você economiza ao longo do mês vá para uma reserva financeira: aqueles dólares guardados que possam ser usados com urgência sem que isso complique sua situação atual ou crie dívidas. A inconstância financeira é uma das maiores vilãs de quem quer prosperar. Logo, essa rede de segurança permite absorver impactos bruscos sem sair do rumo. 6. Vai começar a investir? Diversifique! Investir é a melhor forma de obter sucesso financeiro como plano único ou em paralelo ao seu trabalho. Se você vai seguir por esse caminho, é bom sempre lembrar daquela máxima: nunca colocar todos os ovos em uma única sexta. A abordagem que os especialistas mais recomendam é variar o perfil de investimento: seguros e de risco, curto e longo prazo, entre outros. Além de não correr riscos com seu dinheiro, você tem mais opções de sucesso. Se um desses investimentos acabar se provando mais lucrativo, você pode aumentar a participação dele em seu planejamento para o futuro. Se quiser dar seus primeiros passos no mundo de investimento nos EUA, recomendo sempre ficar de olho aqui no blog, pois falo com frequência sobre o assunto. 7. Use a tecnologia a seu favor Comentamos sobre isso, mas vale a pena reforçar: a tecnologia hoje é a grande aliada de quem quer ter sucesso financeiro. É possível fazer isso de várias formas, e uma delas é com meu aplicativo, o Monkey Money APP. Não é à toa que eu sou seu melhor amigo nos EUA: meu APP está cheio de vantagens, e o melhor: tem um sistema de cashback. Isso mesmo, você faz suas compras e ainda recebe até 10% de volta. E pode ficar tranquilo, porque o aplicativo é superseguro, e o atendimento é todo em português. Mas não para por aí! Além do Monkey Money, tem também o Guia Monkey, uma lista que preparei com o maior carinho, onde você encontra vários lugares e serviços brasileiros aqui nos EUA. Assim fica fácil encontrar o que precisa sem se perder na tradução. Então, se liga na dica: use a tecnologia a seu favor. Com o Monkey Money APP e o Guia Monkey, você se informa, encontra serviços em português, aproveita todas as vantagens e ainda recebe dinheiro de volta com o cashback. Tudo isso pode te ajudar a curtir ainda mais a vida nos Estados Unidos e a mandar bem nas finanças. Mostrei como meu APP e meu guia podem fazer a diferença, né? Então, aproveite a visita para baixar o Monkey Money e acessar o Guia Monkey!
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